Written by: Dados

As marcas devem ser maiores que as empresas. Sempre.

Lembrança de marca faz toda a diferença na hora de chamar atenção do público-alvo. João Ferraz, nosso Diretor do Estúdio Criativo, falou sobre o assunto em artigo

Acredito que existam três conceitos e três tipos de comunicação que levam à construção das marcas a um patamar fora do comum:

1. Awareness (conhecimento da marca);

2. Entendimento/profundidade (saber fazer conexões dos seus produtos e serviços com temas que o público-alvo gostaria de saber mais, ou seja, criar conteúdo novo para ele);

3. Relacionamento com o cliente (ter algum retorno a partir dele).

Depois de entender esses três pontos, você consegue entender o que as marcas precisam construir em qualquer época. Não é agora. É sempre. Desde sempre. 

Aí vai uma dica: esses conceitos são complementares e um não vive sem o outro. Pautar assuntos em cima das interações que você cria e ainda manter uma conversa com essas pessoas, pra mim, é criação de marca… mas, nos dias atuais, estão dando um outro nome: engajamento. Então, antes de ler mais sobre cada um dos pontos, deixa seu like, se inscreve no canal, ativa o sininho para receber notificações e vamos lá! 🙂

Primeiro conceito é: sua marca precisa ser lembrada (a w a r e n e s s).

Pra isso, você precisa apertar o botão do F.. (Fique bem ligado). Isso mesmo! Fique bem ligado a tudo que está rolando no momento, o que inclui assuntos considerados “chatos” por você. Se estiver surfando nesses awareness, entende que os meios lineares como rádio, tv, jornal e lives, por exemplo, entende que eles acabam tendo uma importância fundamental para o seu negócio. 

Porque será? Quem sabe levanta a mão!

Simples: porque eles te ajudam a construir a memorabilidade da sua marca.

Segundo conceito é: sua marca precisa ter profundidade (c r i a r c o n t e ú d o).

E o que que é isso? É o seu post, o seu artigo, sua “foténha” com uma descrição bacana, seu vídeo, seu podcast… qualquer conteúdo criado por você que tenha profundidade.

Suponha que você (pessoa física) esteja navegando por aí, assistindo TV ou ouvindo uma música. Foi fisgado pela onda e quer se aprofundar em algum tema que tenha lido, ouvido ou visto? A marca proporciona isso pra você. S2

Ela entrega esse tipo de conteúdo pra você no Facebook, no seu canal preferido, no blog, no site que visitou recentemente sobre os mais variados temas… Qualquer coisa que seja. Sua marca quer falar sobre aluguel de carros? Você tem que ser um ótimo economista com espírito de liberdade. E você precisa vender isso, se tornar uma referência nisso… alguém que o público considera um profundo entendedor.

E o terceiro conceito é: sua marcar precisa estabelecer r e l a c i o n a m e n t o.

Posso dar minha opinião sobre porque eu acho que a marca precisa se relacionar com as pessoas. “Ah, já sei! É importante hoje em dia porque existe o Twitter, o Face, o Instagram…” NÃO, GENTE BOA! Antigamente as pessoas se relacionavam através de cartas (sim, acredite, o livro “Einstein – Sua Vida, Seu Universo” foi escrito com base em cartas que ele trocava). 

Conversar com o público não é apenas um meio de comunicação. Estou falando da criação de uma MARCA. Quer exemplos?

Movida. É uma empresa de aluguel de carros? Não. É uma empresa de marca. É uma empresa de marca através de mobilidade.

Trisul. É uma empresa de construção civil? Não. É uma empresa de marca. É uma empresa de marca através de imóveis.

Natura. É uma empresa de beleza? Não. É uma empresa de marca. É uma empresa de marca através de produtos de beleza.

E o que ela tem de especial, então? Awareness. Ela oferece uma porrada de vídeos lindos, conteúdos surpreendentes, dicas preciosas sobre beleza… e é exatamente aqui que a marca está presente. ? 

Isso é o que? A W A R N E S S.

Ela tem profundidade. Entende pra caramba do assunto, dá várias dicas para diferentes tipos de peles, promove uma enorme quantidade de conhecimento sobre o histórico da marca… isso é ter profundidade.

Ela promove o que? R E L A C I O N A M E N T O.

Esses três fatores (awareness, criar conteúdo e relacionamento) valem pra qualquer empresa bem-sucedida. Afinal, “qualquer empresa bem-sucedida no mundo, se percebe bem-sucedida quanto se percebeu uma empresa de marca”.

O Twitter é bacana porque é uma empresa de marca através dos 140 caracteres (que agora são 280). Em um blog, ou até mesmo no Facebook e Instagram, você fala “vou escrever um post”. No Twitter você fala o que? “Vou dar uma tuitada”! Não é muito mais legal?

Isso é MARCA.

Construção de marca é uma construção de riquezas. Se você quer crescer (independente do seu tamanho hoje), entenda que você é uma empresa de marca. O entendimento de colocar as pessoas no centro é um entendimento da corporação, e não da marca.

A marcas tem que ser maiores que as empresas. Sempre.

Se a marca for maior que a empresa você está fazendo alguma coisa certa, por maior que a empresa seja. Você pode ter um negócio enorme e eternamente vitorioso, poderoso, incrível! Mas a sua marca tem que ser maior que ela pra permitir que essa empresa cresça. Caso contrário, você vai ter a marca como um entrave nesse objetivo. 

Seguindo essa linha de raciocínio, podemos ver que as empresas que tiveram que mudar os seus produtos, dançaram. A Kodak, por exemplo, sempre foi vista como uma marca de filme e de câmera, certo? Errado! Ela teve tudo para construir sua marca em torno da “eternização de momentos”… Ah, se ela já tivesse focado no que construiu e tivesse entendido a mensagem…

É entender o seu frame off reference. É entender onde você está, com quem você disputa.

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