Mídia

As principais notícias da semana (27/08)

Confira as principais notícias da semana (19/08 a 27/08) no mercado de mídia e marketing digital

Acompanhe aqui no blog, toda semana, nosso resumo com as principais notícias dos últimos dias e algumas recomendações da Reamp!

 

Principais notícias do mercado durante a semana

Linkedin permitirá que pesquisadores de economia minerem seus dados

Foi divulgado, na última segunda-feira (20/08), que o LinkedIn Corp., site profissional de redes sociais de propriedade da Microsoft Corp., irá abrir sua vasta coleção de dados para pesquisadores acadêmicos – mesma prática adotada pelo Facebook que resultaram em milhões de dados utilizados de maneira inapropriada pela Cambridge Analytica.

No entanto, Igor Perisic, diretor de dados da empresa, afirmou em anúncio que estão sendo colocados em prática controles para proteger a privacidade do usuário. Os dados serão restritos apenas àquelas propostas acadêmicas que forem aprovadas pela equipe de segurança e pela equipe jurídica. Os pesquisadores só terão acesso à dados agregados e anônimos, e só poderão utilizá-los de maneira segura, ou seja, não será permitido baixar os dados por conta própria.

A iniciativa, chamada de Programa de Pesquisa de Gráfico Econômico do Linkedin, é uma expansão de uma colaboração anterior com pesquisadores de economia externa que a empresa criou em 2015. Esse esforço resultou em várias descobertas inovadoras, de acordo com a empresa.

Para saber mais detalhes sobre como irá funcionar o novo projeto, acesse a matéria completa no portal da Bloomberg.

 

Compras em supermercados online crescerá ainda mais nos próximos anos

A compra de alimentos e bebidas nos supermercados online terá um crescimento ainda maior globalmente nos próximos anos, de acordo com pesquisa divulgada esta semana pelo Tetra Pak Index. Hoje, o modelo de compra movimenta no mundo todo US$ 44,5 bilhões, e estima-se um crescimento de 17,4% até 2022. Já no Brasil, as vendas acumulam um total de US$ 75 milhões, e a expectativa é que esse número avance 6,5% até 2022.

Diante dos números, o Brasil é classificado ainda como resistente no mercado pela compra de alimentos e bebidas por ainda estar muito focada em canais tradicionais, com 37,3% realizadas em pequenos empreendimentos independentes, adegas e mercearias, enquanto 51,8% tem participação em canais modernos de comércio, como supermercados, hipermercados e lojas de conveniência. Mas isso não significa, é claro, que o supermercado online não irá avançar, já que existe uma tendência muito grande para o aumento omnichannel no país.

Confira mais dados da pesquisa na matéria completa realizada pelo Mundo do Marketing.

 

Facebook cria ferramenta para acompanhar campanhas eleitorais

O Facebook divulgou, na última semana, a Biblioteca de Anúncios, ferramenta criada pela plataforma para acompanhar anúncios de políticos brasileiros durante a sua campanha eleitoral. Por meio dela, é possível ver a estimativa de investimento de cada um e a segmentação realizada por faixa etária, gênero e região.

De acordo com a própria ferramenta, o usuário pode encontrar nela anúncios sobre representantes eleitos e candidatos a cargos públicos, além de ter mais informações sobre alguns dos anúncios que veem e sobre os anunciantes que os estão financiando.

“Ao pesquisar na Biblioteca de Anúncios, você poderá encontrar anúncios que talvez não tenha visto antes porque você não fazia parte do público pretendido do anunciante. O Facebook começou a coletar anúncios em 16 de agosto de 2018. Os anúncios serão armazenados aqui por até 7 anos”, afirmou o site.

 

Entidades do audiovisual pedem revisão do regulamento do VOD

Na última semana, 16 entidades audiovisuais – incluindo a Apro e a Abravi – fizeram uma manifestação sobre o processo de regulação do Vídeo On Demand no Brasil (VOD), pedindo o adiamento do envio da proposta da Lei ao Conselho Superior de Cinema (CSN), que está marcado para o dia 28 de agosto. De acordo com o documento divulgado, as propostas que estão no Ministério das Comunicações e na Agência Nacional de Cinema (Ancine) não levam em consideração diversos pontos solicitados anteriormente pelo Conselho.

O manifesto alega que seis pontos principais foram desconsiderados, incluindo a garantia da presença da produção independente brasileira nos catálogos das plataformas como Netflix e HBO Go, por exemplo, além do estabelecimento de regras isonômicas para o enquadramento nos modelos de recolhimento do Condecine. Além disso, as entidades também pedem uma audiência em conjunto com o CSN para tentarem estabelecer pontos em comum no projeto.

A matéria completa e o manifesto das entidades na íntegra podem ser conferidos no portal do Meio&Mensagem.

 

Facebook lança ferramentas de criação de vídeo para dispositivos móveis para anunciantes

O Facebook lançou, na última quarta-feira (22/08), um conjunto de ferramentas para ajudar anunciantes a criarem anúncios em vídeo otimizados para dispositivos móveis. Os profissionais de marketing podem, agora, utilizar ferramentas para adicionar movimento a imagens e vídeos ou criar anúncios em vídeo a partir de recursos como logotipos ou fotografias.

Em seu post no blog, a empresa afirmou que “descobriu que o criativo para celular tem uma probabilidade 27% maior de impulsionar o aumento da marca e 23% maior probabilidade de gerar associação de mensagens em comparação com anúncios em vídeo que não são otimizados para mobile”. Por isso, as novas ferramentas incluem Video Creation Kit, que transforma imagens e textos já existentes em vídeos otimizados para mobile, ferramenta de recorte de vídeo e Animate Option, que cria automaticamente um vídeo a partir de imagens estáticas.

Para saber mais detalhes sobre o anúncio e como irão funcionar as ferramentas, acesse a matéria completa no Martech Today.

 

Recomendações Reamp

Quase metade das pessoas pesquisa na web antes de realizar uma compra física

De acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com internautas que compraram produtos online nos últimos 12 meses, 47% das pessoas afirmam que pesquisam sobre um produto na internet antes de comprar na loja física.

Dentre eles, 38% busca informações sobre preços, 22% procuram detalhes e características daquilo que pretendem adquirir e 10% querem saber a opinião de outros clientes sobre a experiência de compra. De todos os respondentes, apenas 18% disseram que compram algo direto em lojas físicas sem fazer qualquer tipo de consulta online.

Os itens mais pesquisados antes de serem adquiridos são eletrodomésticos (58%), smartphones (56%), eletrônicos (51%), roupas e acessórios (32%) e cosméticos e perfumes (30%). Para saber sobre os produtos ou serviços, 47% dos entrevistados pesquisam em sites que mensuram índices de reclamações, 35% vão no site ou no aplicativo da própria empresa e 34% procuram informações em sites de busca, como o Google.

No entanto, mesmo que em menor escala, o caminho inverso também é realizado por 25% dos consumidores brasileiros. De acordo com o estudo, um quarto dos entrevistados afirma visitar uma loja física para conhecer o produto que deseja comprar em um ambiente virtual, e grande parte faz isso para ver os detalhes do produto e pesquisar preços.

Para saber mais dados da pesquisa, confira as matérias completas realizadas pelo Propmark e pelo E-commerce Brasil.

 

Netflix está mudando sua estratégia de publicidade e mídia

Não é de hoje que podemos ver diversas mudanças acontecendo na Netflix em relação à publicidade e anúncios. Agora, a empresa está apostando em lançamentos de um filme ou uma série própria por semana, com o objetivo de possuir um acervo – não necessariamente de grande qualidade, mas que a faça manter a liderança no mercado – para se prepararem para o lançamento dos streamings da Disney, da Amazon, Hulu, HBO Go, entre outras que veremos em 2019.

Como publicado em artigo completo do Meio&Mensagem, a decisão é baseada em números e, de fato, traz resultados positivos à curto prazo. No entanto, é importante que a empresa esteja sempre pensando em estratégias à médio prazo que combinem grandes números de acesso, relevância de conteúdo e credibilidade para que o impacto continue a ser favorável.

Além disso, como divulgado pelo MediaPost, a Netflix está testando um novo canal para promoções de algumas de suas séries originais. Em outras palavras, à medida que alguns usuários assistem ao seu programa favorito, uma promo breve e pulável aparece na tela, promovendo uma série original da Netflix que o algoritmo da empresa entende ser relevante ao usuário.

O teste em escopo é limitado e, em comunicado, a empresa disse que é uma das “centenas” de testes A/B que realizam todos os anos, e tem o objetivo final de manter o espectador assistindo e evite que ele mude para um serviço diferente. Mais detalhes sobre os testes podem ser encontrados na matéria completa realizada pelo MediaPost.

 

Setor brasileiro de e-commerce deve crescer a uma taxa de 12% em 2018

De acordo com o estudo global UPS Pulse of the Online Shopper, mais de 80% dos consumidores afirmam ter feito uma compra internacional por meio de e-commerce, garantindo que apenas em 2018, o setor brasileiro cresça em 12%, atingindo R$ 53,5 bilhões em vendas.

O setor está crescendo mesmo em meio à crise econômica enfrentada pelo Brasil, incluindo problemas como desemprego e inflação que atingem a população. Pensando nisso, foram elaboradas pelo E-commerce News algumas dicas (que podem ser conferidas na íntegra aqui) de como aproveitar esse crescimento, como estudo de logística e pesquisa sobre costumes locais, por exemplo.

 

Profissionais de marketing lutam para dominar a publicidade na TV conectada à medida que o público cresce

Em 2022, mais de 204 milhões de pessoas nos EUA assistirão à TV conectada pelo menos uma vez por mês. Isso representará mais de 60% da população, acrescentando cerca de 183 milhões de espectadores à audiência televisiva conectada dos EUA em 2018. Os dados são do último relatório do eMarketer, “Connected TV: quase pronto para o Primetime”, que explorou os principais obstáculos que os profissionais da área enfrentam ao tentar implantar campanhas por meio desse novo canal.

Alguns desses problemas incluem: a questão da escala, já que TVs conectadas ainda não possuem audiências tão grandes quanto TVs de transmissão e cabo; fragmentação da plataforma, pois o inventário de anúncios da TV conectada é distribuído por um conjunto diversificado de participantes e pode intimidar vendedores; falta de padronização nos dados que as plataformas coletam e compartilham em anúncios de TV conectada; e problemas de frequência, pois o mesmo anúncio é exibido repetidamente em um programa de TV conectada como estratégia para atingir uma grande audiência.

Apesar dessas barreiras, o progresso está sendo feito. Espera-se, de acordo com a pesquisa, que duas das principais plataformas de TV conectadas, Hulu e Roku, aumentem significativamente seus negócios de anúncios nos próximos anos – a receita líquida de publicidade dos EUA no Hulu chegará a US$ 1,4 bilhão em 2020, acima dos US$ 986,4 milhões em 2018.

Confira mais detalhes da pesquisa no portal do eMarketer.

 

À medida que os anunciantes recuam no Facebook, a taxa de crescimento de gastos com anúncios no Instagram está crescendo

O Facebook reportou um crescimento lento de usuários e receita abaixo do esperado no último semestre. Esse fraco desempenho resultou com as suas ações caindo 19%, custando à empresa US$ 120 bilhões em um único dia. Por isso, a empresa planeja aumentar e promover certas experiências envolventes, como os Stories que atualmente possuem níveis mais baixos de monetização, além de mais opções em relação à privacidade de dados para os usuários.

Enquanto o Facebook passa por um período ruim, o Instagram está provando ser o ponto positivo da empresa à curto prazo. Em junho, o aplicativo ultrapassou a marca de um bilhão de usuários, e está tendo um aumento significativo nos investimentos em anúncios – os gastos com a taxa de publicidade aumentaram quatro vezes mais do que os anúncios no Facebook no último mês, sendo gastos 177% ano a ano durante o segundo trimestre, comparado ao aumento de 40% do Facebook.

Confira mais detalhes e dados da pesquisa na matéria divulgada pelo portal Marketingland.

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