Mídia

Marketing de Conteúdo: o que é e como deve ser utilizado?

Estratégia é utilizada para enriquecer a rede de clientes a partir de conteúdos específicos e personalizados

O fato de que o Marketing Digital deixou de ser uma opção no mercado e se tornou um investimento essencial para o engajamento com seu público não é mais novidade para ninguém, certo?

Para que o seu negócio tenha visibilidade e aproveite o máximo do que o marketing digital pode oferecer de resultados, é importante que você adote estratégias para se inserir nesse contexto e se destacar entre a concorrência.

 

Mas afinal, o que é o Marketing de Conteúdo e porque ele é tão importante?

Marketing de conteúdo é a estratégia de gerar conteúdo para o seu público-alvo, afim de enriquecer a sua rede de clientes e possíveis clientes criando conteúdos específicos, não só com o objetivo de converter em venda, mas também com a sensibilidade de produzir material de acordo com a necessidade e desejos da sua audiência. De maneira geral, trata-se da estratégia para atingir o consumidor com o conteúdo certo, na hora certa, e trazendo sempre um benefício para quem o lê.

A conversão se torna consequência de todo esse processo, assim como a empatia do público. Como você se preocupou em ajudar essa pessoa com o que ela precisava e no melhor momento possível, as chances dela sempre optar pelo seu produto final aumentam exponencialmente.

 

Mas quais são as vantagens do Marketing de Conteúdo para uma empresa?

Ok, nós já sabemos que o marketing de conteúdo é importante para criar um relacionamento com o cliente. Mas por que uma empresa deveria utilizá-lo ao invés de criar anúncios diretos de meu produto e simplesmente fazer o marketing tradicional?
A gente te explica!

O marketing de conteúdo gera um relacionamento do público com a sua marca, agregando valor, educando o mercado e pode fazer com que sua marca se torne referência no seu ramo, alcançando resultados que o marketing tradicional não alcaçaria.

 

Algumas das vantagens são:

1. Aumenta a visibilidade do seu negócio na internet

O marketing de conteúdo é uma das principais ferramentas nas estratégias de SEO.

Sabe-se que grande parte do público procura por informações no Google, o que torna o seu site a primeira impressão que a pessoa terá da sua empresa… Sendo assim, é importante que você gere conteúdo interessante e valioso para que esteja sempre no topo do ranking de buscas.

Os sites que adotam o marketing de conteúdo, têm em média 2,2 mais visitas do que sites que não adotam a estratégia, e os que fazem 16 ou mais posts sobem esse número para 4,2 de acordo com o site Marketing de Conteúdo.

 

2. Gera consciência de marca

Como já mencionamos anteriormente, o seu conteúdo esteve com o consumidor durante toda sua jornada de decisão de compra.

O material que o seu site produziu, ajudou essa pessoa a resolver problemas, tirou suas dúvidas na hora que ela precisou, e deu informações extras importantes, gerando assim o reconhecimento da sua marca… a famosa EMPATIA!

Sendo assim, quando esse usuário precisar optar pelo seu produto ou algum concorrente, ela se lembrará que o seu site a ajudou, se lembrará da sua marca e você será a escolha dele, transformando assim essa consciência que você gerou em todo o processo, em performance.

 

3. Aumenta a interação com o seu público

Assim como a consciência de marca faz com que um maior número de pessoas se lembre dela, a interação faz com que essas pessoas conversem com você.

Ela auxilia uma marca, por exemplo, na construção de um relacionamento com o seu público, ajudando a entender o que ele precisa e como você pode mantê-lo sendo um leitor assíduo de seu conteúdo.

 

4. Te torna autoridade no mercado

Produzir um conteúdo de qualidade que eduque o mercado no qual você está inserido levando informações de diversas naturezas para o seu público te torna uma referência no seu segmento.

Uma empresa que tem o cuidado de levar conhecimento ao seu público, com certeza terá vantagem em cima de sua concorrente que não tem essa preocupação. Sendo assim, ao levar seu conteúdo e ajudar o usuário a resolver algum problema, ele também te ajudará com a divulgação do seu conteúdo, indicando para amigos o seu material e aumentando o número de pessoas que te conhecem. Ou seja, cada vez mais a empresa estará se transformando em uma referência no mercado.

 

5. Melhora o pós-venda

Um grande erro nas empresas é pensar que depois de ter efetuado a venda, esse cliente não precisa mais de cuidados. Porém, um cliente que não tem uma assistência no pós-venda, dificilmente voltará a consumir o que você tem a oferecer.

Produzir conteúdo para quem já é seu cliente, ou uma central de ajuda, fóruns de discussão, tudo isso faz com que o cliente se sinta amparado e esse cuidado com certeza terá seu peso na hora do mesmo voltar a comprar o seu produto, ou indicar para alguém.

O marketing de conteúdo não é nada sem uma boa estratégia, já que produzir conteúdo relevante exige cuidado e estudos. Para isso, são necessárias três etapas durante a sua construção: planejamento, execução e mensuração.

 

Mas como funciona cada uma delas?

Planejamento

Assim como situações do nosso dia a dia, para uma estratégia de marketing funcionar, começar com o seu planejamento é essencial. Por isso, é importante seguir algumas dicas nessa etapa:

1. Trace seus objetivos e métricas:

O primeiro passo é saber quais objetivos sua empresa deseja alcançar com o marketing de conteúdo, como mensurar resultados, quais canais serão utilizados para atingir o público e quem é, de fato, a audiência que quer atingir. A partir dos benefícios que o marketing de conteúdo pode trazer e que foram citados anteriormente no primeiro dia do nosso especial, entenda as necessidades dos seus clientes e trace seus objetivos.

Além disso, defina seus KPI’s (Key Performance Indicators), que vão te dizer, mais para frente, se você está no caminho certo. Existem diversas métricas que podem ser facilmente mensuráveis. Para saber se o seu marketing está gerando o resultado esperado de consciência de marca, por exemplo, a empresa pode analisar o seu engajamento nas redes sociais (como curtidas, compartilhamentos e comentários em um post), visualizações no Youtube, número de acessos no site, taxa de rejeição, entre outras métricas que podem dizer, com maior precisão, o que pode ser otimizado e o que deve continuar sendo feito.

 

2. Defina suas personas:

Apenas números não são interessantes para bons resultados. Você precisa saber quem deseja atrair para o seu site, e por isso, a definição de personas é muito importante.

Mas o que são as personas?

A persona é um alguém fictício que representa o seu cliente ideal.  Ela se baseia em dados reais, tem histórias e comportamentos, assim como objetivos, motivações…

Ah! Então, persona e público alvo são a mesma coisa, certo? ERRADO. Existem exemplos que, na prática, podemos entender melhor e com mais clareza as diferenças entre um e outro:

  • Como definimos um público-alvo: Homens e mulheres de 25 a 35 anos, solteiros, com graduação em publicidade, renda média de 3000 reais. Querem se capacitar profissionalmente para conseguirem um aumento.
  • Como definimos uma persona: Bruno tem 25 anos, formado em Publicidade e Propaganda, pensa em se desenvolver profissionalmente através de uma pós-graduação no exterior para que tenha base para exigir um salário maior. É solteiro e quer viver uma experiência no exterior, pois sempre teve esse sonho e acrescentará no seu currículo. Procura uma agência que o ajude a encontrar uma instituição nos Estados Unidos que aceitem alunos estrangeiros.

 

 

Entende o porquê de separarmos as duas definições? O público-alvo é mais abrangente e trata dos clientes de uma maneira geral.  Enquanto a persona tem nome, características, pode inclusive ter uma foto para se tornar mais real.

Em um primeiro momento, as duas coisas podem parecer a mesma coisa, mas em uma estratégia bem fundamentada, saber diferenciar é essencial para que você consiga atingir o seu público de maneira bem específica, falando com a pessoa certa e, tendo assim, mais chances de conversão!

 

3. Lembre-se sempre do funil de vendas:

O funil de vendas, nada mais é, do que você criar o conteúdo exato para o momento exato da jornada do seu consumidor. A representação do funil é extremamente importante, pois ilustra com mais precisão em que etapa o seu possível cliente se encontra, e quais serão as ações que você precisará tomar para que ele avance com o marketing de conteúdo. Suas fases são:

  • Topo do funil: Etapa da descoberta, onde o usuário ainda não sabe que tem um problema e nem que precisa de algum produto. Por isso, o objetivo é mostrar ao possível cliente que ele pode ter uma necessidade dentro do seu negócio. Nesse momento é necessário, principalmente, oferecer conteúdo de qualidade. Esse conteúdo não deve ser publicitário ou oferecer nenhum tipo de produto, e sim informação;
  • Meio do funil: Aqui estamos na etapa de reconhecimento e consideração. Nesse momento, o usuário já descobriu que tem uma necessidade dentro do que você pode oferecer, mas ainda não tem certeza sobre o seu produto… Por isso, o seu conteúdo precisa informar, mas com foco em solucionar o problema. Precisa mostrar que você pode ajudar e que o seu negócio é a melhor opção para o usuário.
  • Fundo do funil: Agora já estamos na etapa de decisão. É aqui que o usuário vai decidir se optará pelo seu produto ou não, e todo o trabalho do funil se converte em venda. Seu conteúdo, nesse momento, deve ser voltado principalmente para a sua empresa e seu negócio, de maneira que o cliente entenda melhor sobre a marca e queira escolher ela. Depoimentos e cases de clientes são ótimas opções, pois mostram o contentamento de outras pessoas que optaram pela sua empresa.

 

Fonte: Bing Ads

 

4. Em quais canais de comunicação devo estar?

Agora que seus objetivos foram definidos, você definiu sua persona e já tem seu conteúdo para o funil de vendas, vamos decidir como e por onde você atingirá o seu público. É importante dizer que nem todo conteúdo cabe em qualquer canal.

Na hora de escolher aonde você distribuirá o seu conteúdo, lembre-se de que você não precisa estar em todos os meios de comunicação.  Escolha canais onde sua persona está, e onde você possa se dedicar a mantê-lo sempre bem organizado e atualizado.

Alguns dos mais conhecidos canais são blogs, redes sociais, vídeos, ebooks, templates, whitepapers, e-mail, entre outros. Certifique-se de que sua audiência se encontra em determinado canal e que ele terá o engajamento esperado. Tenha em mente que, nem sempre, os conteúdos de determinado canal devem ser os mesmos do que outros. Pense nas necessidades e preferências da sua audiência e elabore estratégias para se comunicar com ela em cada um dos meios.

 

Execução

Depois de planejar todo o seu conteúdo, finalmente chegou a hora de coloca-lo em prática! É importante que, nesta etapa, o planejamento seja seguido. No entanto, podem ocorrer algumas mudanças para que o objetivo final seja alcançado.

Sabemos que nem sempre é fácil realizar um conteúdo relevante. O processo exige tempo e dedicação dos profissionais de marketing, e para que ele seja realizado da melhor maneira possível, algumas dicas podem ser levadas em conta, como por exemplo:

  • Escolha de palavras-chave relevantes que ajudem na posição de SEO (Search Engine Optimization) do site;
  • Tamanho e formato do conteúdo, que deve ser pensado de maneira que agregue valor ao leitor e ofereça a maior quantidade possível de informações;
  • Revisão de texto antes de postá-lo é essencial, para que detalhes não sejam esquecidos;
  • Divulgação do conteúdo por meio de buscadores, redes sociais, sites e e-mail marketing.

Para que sejam gerados cada vez mais leads, ou seja, pessoas interessadas no seu conteúdo a ponto de oferecerem dados como e-mail e telefone para recebe-lo, é importante conhecer o seu público e saber, exatamente, quais são as suas preferências.

Apesar de não ser, necessariamente, uma etapa do funil de vendas, a nutrição de clientes após uma conversão com conteúdo de qualidade é essencial para que, futuramente, ele volte a fazer compras com a sua empresa. Com o marketing de conteúdo, esse relacionamento com os usuários é criado de maneira personalizada, de acordo com as necessidades de cada cliente.

 

Mensuração

Chegou a hora de, finalmente, descobrir se a sua estratégia está gerando resultados positivos – ou não! E é por meio da mensuração que conseguimos descobrir o que pode ser otimizado, o que está funcionando e quais podem ser os próximos passos no marketing de conteúdo.

No marketing digital, podemos acompanhar as métricas em tempo real e, por isso, conseguimos alterar rapidamente uma estratégia que não está funcionando, por exemplo. São incontáveis os KPIs que temos para mensurar algum resultado. Não olhar métrica nenhuma pode ser considerado um “tiro no pé”, da mesma forma que olhar métricas demais também pode lhe trazer problemas. Então, atenção! É importante que seus indicadores te tragam as informações necessárias e uteis para que você as converta em ações que acrescentaram ao seu site.

Mas afinal, quais são essas métricas e com qual frequência devemos utilizá-las?

Essa resposta depende muito do que será mensurado. Alguns dados devem ser medidos diariamente, outros mensalmente e outros podem ser, até mesmo, semestrais. Por isso é importante conhecer exatamente as suas métricas e para que elas servem, e algumas das mais comuns no marketing de conteúdo são, de acordo com o site Marketing de Conteúdo:

  • Métricas de consumo: mostram quando, onde e qual tipo de conteúdo está sendo consumido. Algumas delas são, por exemplo, o número de visitas em uma página do blog, visitas únicas, tempo gasto na página, abertura de e-mail marketing, cliques em e-mail, downloads ou formulários preenchidos;
  • Métricas de retenção: permitem analisar a capacidade de um conteúdo prender a atenção do usuário em métricas como taxa de retorno, taxa de rejeição, páginas por visita, frequência de visitas na página, taxa de descadastro no e-mail, número de seguidores nas redes sociais;
  • Métricas de compartilhamento e engajamento: a partir delas, a empresa pode analisar se está produzindo o conteúdo que o público quer consumir. Métricas como compartilhamento e curtidas nas redes sociais ajudam a fazer essa mensuração, assim como comentários e duração da sessão em uma página;
  • Métricas de venda: mostram se o conteúdo está influenciando nas vendas e se a conversão está sendo feita a partir do funil;
  • Métricas de custo e de produção também ajudam a controlar a eficiência de um post;
  • ROI: As métricas de ROI, ou seja, do Retorno sobre Investimento, permite que a estratégia mensure a eficiência de um investimento. Para calcular este resultado, deve ser feito:

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

 

Assim, será gerado determinado valor que permite analisar objetivos mais concretos.

Realizar uma boa estratégia não é algo fácil. Para que o trabalho tenha sucesso, é necessário que a empresa siga diversos passos de planejamento, execução e mensuração de resultados, conforme já abordamos anteriormente.

Ok! Mas então, para que eu consiga realizar um marketing de conteúdo assertivo, basta eu elaborar uma maneira de falar com os meus clientes e procura-los em todas as redes sociais ou outros meios de comunicação? Não é bem assim que funciona! Na verdade, é um pouco mais complexo do que isso…

O primeiro passo, como já sabemos, é realizar um bom planejamento de conteúdo e, principalmente, conhecer o seu usuário. Isso é fundamental para que uma empresa saiba suas necessidades, seus desejos e também qual é a melhor maneira de se comunicar com ele. Além disso, é importante ressaltar também que nem sempre o seu público-alvo estará presente em todos os canais de comunicação. E por isso devemos saber aonde encontrá-lo!

 

Quais são os canais de comunicação mais comuns para o marketing de conteúdo?

Atualmente, temos centenas de maneiras de nos comunicarmos online com algum usuário. Não existe, no entanto, um canal melhor ou pior do que o outro na hora de impactar um cliente. O que mais importa, na realidade, é saber aonde sua persona está e investir em conteúdo de qualidade ali.

A partir do momento em que você tem uma persona, um público-alvo e um funil de vendas bem estruturado, torna-se ainda mais fácil de saber aonde seus clientes ou possíveis clientes se encontram. Hoje em dia, existem alguns principais canais de aquisição para a produção de marketing de conteúdo, e cada um deles exige uma maneira diferente de comunicação com a audiência. São eles:

1. Blogs:

Engana-se quem acredita que, com a evolução da tecnologia e das mídias sociais, os blogs tornaram-se ultrapassados. Eles ainda são um instrumento poderoso na criação e produção de conteúdo relevante, e também a maneira mais comum de atrair clientes e possíveis clientes que desejam saber mais sobre seus produtos ou serviços, gerando leads que vão, futuramente, realizar conversões para a sua empresa.

De acordo com a pesquisa realizada pela Content Trends em 2017, o blog é o segundo canal mais utilizado pelas empresas, com 64,2% de adesão e perdendo apenas para sites institucionais. Ao utilizar o blog como um ambiente online de conteúdo, é possível aumentar naturalmente o tráfego no seu site – empresas que publicam posts em blogs recebem até 3,7 vezes mais visitas por mês –, além de conseguir construir, aos poucos, um relacionamento de confiança com os usuários que vão utilizar a sua empresa como referência quando precisarem pesquisar sobre determinado conteúdo.

Para realizar um conteúdo de qualidade para o blog, no entanto, é necessário estar atento à alguns pontos, como por exemplo: periodicidade nas postagens e manter sempre a mesma frequência, para que os usuários entendam como o blog funciona (que dependerá do tamanho do seu negócio e da equipe disponível para construir um marketing de conteúdo, de maneira que não atrapalhem a qualidade do que for produzido); planejamento de pautas (devem ser pensadas antes para que o conteúdo seja mais organizado e consiga, de maneira mais fácil, responder todas as dúvidas da sua audiência); otimização de texto para o Google por técnicas de SEO (Search Engine Optimization); e estrutura de comunicação diversificada (enriqueça seu conteúdo com subtítulos, imagens, infográficos, vídeos e qualquer outro tipo de informação visual, além da escrita).

 

Fonte: Viver de Blog

 

2. Redes sociais:

Redes sociais são, atualmente, muito utilizadas em estratégias de marketing de conteúdo. Isso porque elas permitem interação direta com o usuário, um grande poder de viralização de conteúdo, maior engajamento e, consequentemente, a criação de um relacionamento mais “próximo” entre a marca e a empresa e maior tráfego no site.

A grande maioria das pessoas utiliza as redes sociais hoje em dia para se comunicar, para consumir conteúdo e para entretenimento, e por isso, é importante que o seu negócio esteja atendo à audiência que pode encontrar nelas – de acordo com a Social Media Trends 2018, 94,4% das empresas brasileiras já estão presentes nas redes sociais!

Mas como se comunicar nelas da melhor maneira?

É essencial, principalmente, criar uma relação com o consumidor e não apenas falar sobre a sua marca. Produza conteúdos diretamente voltados para a plataforma, para que assim, o engajamento seja cada vez maior e os usuários se sintam mais próximos, querendo curtir, comentar e compartilhar uma publicação, por exemplo. Quando os usuários estão nas redes sociais, provavelmente não estão procurando anúncios, mas sim conteúdo que possam consumir. Por isso, quando eles são muito intrusivos, podem acabar atrapalhando a experiência do cliente e gerando uma imagem negativa da marca. Então, descubra sempre qual é a hora certa e a maneira certa de impactar essas pessoas!

Além disso, tenha em mente que, apesar do Facebook ser a maior rede social do mundo atualmente – atingindo o número impressionante de 2 bilhões de usuários em julho de 2017, sendo 102 milhões deles, brasileiros – estar presente na plataforma não é o suficiente para que a empresa tenha sucesso nas redes sociais e construa um relacionamento com o consumidor. Para ter um diferencial das outras empresas, é importante estar atento às outras redes onde se encontram suas personas e produzir conteúdo de qualidade em todas elas, como Instagram, Linkedin, Twitter, Youtube, entre outros.

 

3. Materiais ricos:

Conteúdos ricos são considerados materiais educativos, que agregam valor aos seus visitantes e abordam determinado tema de maneira mais detalhada do que apenas um post. Eles podem ser feitos em diversos formatos, como por exemplo ebooks, whitepapers, templates, infográficos, planilhas, pesquisas, artigos, webinars, entre outros. Seu principal objetivo, portanto, é oferecer um conteúdo que ensine algo aos seus clientes ou possíveis clientes da maneira mais didática possível, mostrando que a empresa é uma referência no assunto.

Mas quais são as principais vantagens de produzir esse tipo de conteúdo?

Simples! Quanto mais completo e educativo, mais pessoas terão vontade de acessá-lo para conhecer o assunto abordado e, consequentemente, mais leads serão gerados para o seu negócio, já que para obter esse tipo de conteúdo, normalmente, o usuário deve preencher um pequeno formulário com dados de cadastro, como e-mail e telefone – o que são dados valiosos para uma empresa na hora de pensar em estratégias de marketing!

Para que os conteúdos ricos sejam divulgados da melhor maneira, uma alternativa muito utilizada pelos sites é coloca-los nas suas Landing Pages, ou seja, páginas de entrada do site que são voltadas para a conversão.

É claro que esse processo exige muita pesquisa e dedicação! Por isso, é importante que a empresa foque em fazer e divulgar conteúdos que, de fato, sejam do interesse do público-alvo e sejam relevantes.

 

4. Vídeos:

Não é mais novidade que, hoje em dia, os vídeos estão sendo cada vez mais acessados e utilizados como formato de marketing de conteúdo. De acordo com relatório da Cisco, a previsão é que, em 2019, 80% do tráfego da internet seja apenas de vídeos. Portanto, caso sua empresa não esteja produzindo – ainda – conteúdos nesse formato, ela está perdendo tempo!

Os vídeos estão se tornando cada vez mais populares pela facilidade de serem assistidos em qualquer dispositivo móvel, além de chamarem a atenção do público por serem dinâmicos, simples e rápidos, mas com qualidade e conteúdo relevantes. Ao mesmo tempo que parece ser uma missão difícil, é possível, também, abrir espaço para uma grande quantidade de oportunidades de anúncios e maneiras de criar um relacionamento mais próximo com os clientes.

Os vídeos podem ser utilizados, por exemplo, em blogs e redes sociais para aumentarem a atração, retenção e engajamento dos seus consumidores – principalmente no Youtube, maior plataforma de vídeos do mundo com 1,5 bilhão de pessoas conectadas. Nem sempre, quando procuramos por determinada informação na internet, queremos ler um texto sobre ele. Muitas vezes, procuramos por algo mais interativo e dinâmico, e por isso os vídeos surgiram como uma alternativa para empresas que querem ter um diferencial na hora de impactar o público.

De acordo com dados da Hubspot, adicionar um vídeo em e-mail marketing, por exemplo, pode aumentar as taxas de cliques em 200 a 300%, e sua incorporação em páginas pode aumentar as taxas de conversão em 80% no site. Atualmente, 87% dos comerciantes utilizam conteúdos em vídeo como parte da sua estratégia de marketing digital, e 90% dos clientes informam que assistir vídeos anteriormente à uma compra os ajuda na hora de tomada de decisão. Além disso, 64% dos entrevistados afirmam que são mais propensos a comprarem um produto online depois de assistirem um vídeo sobre ele, e um terço do tempo que as pessoas passam online, hoje em dia, é dedicado a assistir vídeos – anúncios nesse formato já representam mais de 35% de todas as despesas publicitárias online!

 

5. E-mail marketing

e-mail marketing pode ser definido como a comunicação entre uma empresa e seus consumidores por e-mail. Toda informação recebida por e-mail de uma marca, empresa ou serviço, é considerado e-mail marketing. Antes era visto como uma ferramenta de propagandas, mas hoje já se tornou uma das maneiras mais eficientes de comunicação com o cliente, já que seu volume vem aumentando desde 2017.

Profissionais de marketing devem estar sempre atentos à importância de utilizá-lo corretamente, para que a comunicação com os usuários seja cada vez mais rápida, prática e, principalmente, direta, já que a mensagem está sendo enviada especificamente para aquele cliente – é importante que ele sinta isso, e não apenas que recebeu uma mensagem enviada para milhares de usuários, como um spam.

Além de ser um dos canais com maior ROI em uma estratégia de marketing de conteúdo, o e-mail marketing possui facilidade de mensuração e oferece, exatamente, taxas como cliques, abertura de e-mail e recebimento. Existem inúmeras vantagens de utilizar a ferramenta para comunicação, como por exemplo a visibilidade para a marca, grande possibilidade de segmentação de audiência, atingindo apenas usuários interessados nos seus serviços, interatividade com o cliente, agilidade em se corresponder e boa relação custo x benefício.

Segundo pesquisa realizada pelo Radicati Group, em 2015, existiam 2,5 bilhões de usuários de e-mail no mundo, e a tendência é que esse número aumente para 2,9 bilhões em 2019. Por isso, investir nesse canal por meio de newsletter e divulgações de materiais por meio de e-mails promocionais, por exemplo, é uma estratégia importante para nutrição de leads.

 

Como é feita a distribuição de conteúdo?

Como pudemos notar, existem diversas maneiras e formatos de nos comunicarmos com clientes e possíveis clientes online. No entanto, depois de entender aonde seu público se encontra e quais dessas estratégias funcionam melhor para o seu negócio, é importante também, saber como esse conteúdo será distribuído e quais estratégias são utilizadas.

Além das mídias tradicionais que já existem há muito mais tempo como televisão e revistas, a tecnologia nos permitiu que, por meio do ambiente digital, existam muitas outras formas de distribuição de mídia, tanto por tráfego orgânico e gratuito, quanto por canais pagos, principalmente por meio de anúncios.

Alguns desses meios pagos mais conhecidos são, de acordo com o Viver de Blog:

  • Banners, que são localizados nas páginas de um site ou de um blog, por exemplo;
  • Posts patrocinados, ou seja, que são pagos para aparecerem no topo de sites de pesquisa como o Google;
  • Anúncios em redes sociais e em dispositivos mobile;
  • Remarketing, que trata-se da estratégia de impactar novamente um usuário que já pesquisou pelo seu produto e demonstrou interesse, mas não chegou a finalizar a compra por algum motivo;
  • Publicidade nativa, que são anúncios com o mesmo formato e design do site que estão inseridos, com o objetivo de melhorar a experiência do consumidor.

Já os canais de tráfego orgânico – ou não pagos – são:

  • Boca a boca, estratégia que ainda funciona já que, muitas vezes, procuramos pela indicação de amigos ou influenciadores digitais que já utilizaram e recomendam um produto ou serviço;
  • Viralização em redes sociais;
  • Conteúdos otimizados para SEO, ou seja, conteúdos que são produzidos para alcançarem o topo na lista de buscas de sites como o Google sem precisarem pagar por isso, apenas com a relevância de seu texto e das suas palavras-chave.

Inúmeras empresas, hoje em dia, já estão colocando em prática o marketing de conteúdo e obtendo sucesso. Quais cases de sucesso de marketing de conteúdo já existem e quais são as tendências da estratégia para os próximos anos?

 

Cases de sucesso de Marketing de Conteúdo

Ano após ano, cada vez mais marcas tornam-se referência no setor de marketing de conteúdo. Desde startups até gigantes globais, hoje em dia, as melhores estratégias de marketing de conteúdo são aquelas que fornecem informações atraentes e interativas em todos os canais de mídia digital, que impulsionam conversões e utilizam a tecnologia para mensurar seus resultados.

Por isso, existem alguns cases de sucesso que podemos analisar de marcas que, a partir de uma estratégia bem planejada e executada, conseguiram resultados altamente positivos e encontraram soluções para os principais problemas de seus clientes ou possíveis clientes.

Não podemos mencionar marketing de conteúdo, hoje em dia, sem falar da importância das redes sociais. São elas que permitem uma interação maior com o público, a criação de um relacionamento com ele e, principalmente, um engajamento que não é possível em nenhum outro canal de comunicação. E foi a partir dessas vantagens que a Netflix tem construído sua consciência de marca, de maneira com que o cliente se identifique com a empresa.

O serviço de streaming, que atua em mais de 50 países, já superou canais como a HBO em número de assinaturas, e utiliza as redes sociais como o seu principal meio de comunicação. A estratégia é, por meio de posts descontraídos e divertidos, fazer com que mais pessoas interajam nos seus comentários, compartilhem e curtam seus produtos e serviços.

A cada episódio ou nova temporada de uma série lançada pela Netflix, são feitos trailers com alguma surpresa. Para promover a nova temporada de La Casa de Papel, por exemplo, a empresa realizou uma brincadeira que viralizou em todas as redes sociais:

 

 

Outro vídeo bastante repercutido foi quando a Netflix convidou atores de algumas de suas principais séries, como Narcos e Orange is The New Black, para um vídeo com os seus “dez mandamentos”, incluindo “não recomendar títulos em vão” e “amar filmes, séries e sua Netflix como um relacionamento sério”.

 

 

Além de estar sempre fazendo vídeos promocionais de maneira criativa, a empresa também procura interagir com os seus seguidores no Facebook, Twitter e Instagram por meio de respostas divertidas, por exemplo:

 

 

Todo esse investimento não passou despercebido pela sua audiência. Uma pesquisa realizada pela agência Anatomy Media, The Young and the Brandless, analisou 3.100 millenials que assistem séries e programas de TV. Em um teste de reconhecimento de marca, foi pedido que associassem TV shows com marcas que lembrassem. O resultado foi 65% dos programas conectados com a Netflix, seguido da Fox com 40% e ABC, CBC E NBC empatados com 31%. A partir do resultado, conseguimos entender que a promoção de uma marca e a construção de um relacionamento com os clientes é essencial.

Outra empresa que tem um grande poder de publicidade nas redes sociais é a Nike, que graças ao marketing de conteúdo, se tornou referência no meio com mais de 28 milhões de seguidores no Facebook e mais de 74 milhões no Instagram. Para obter todo esse sucesso, a empresa realiza postagens sem um padrão de periodicidade definido, mas com os seus conteúdos sempre relacionados a esportes.

Poucas de suas postagens tem como objetivo anunciar um produto. A grande maioria são, de maneira criativa, voltadas para produções com atletas profissionais ou histórias de superação no esporte. Como principal método para atrair cada vez mais seguidores, a marca aposta em publicações e textos inspiracionais dentro do seu universo, como no vídeo abaixo:

 

One is difficult. Two is impressive. Ten is Rafa. @rafaelnadal

A post shared by nike (@nike) on

 

Além disso, a empresa é referência na produção de imagens e, para aumentar ainda mais a proximidade com o público, criou também páginas específicas para alguma causa, como por exemplo a Nike Women, voltada para o universo feminino e a força da mulher no esporte.

 

 

A Oreo sempre foi conhecida pelas suas campanhas de marketing criativas, inclusive em sua página do Facebook. Em 2013, a marca organizou uma campanha de 100 postagens em 100 dias, onde criaram versões baseadas em notícias populares como a pintura perdida de Da Vinci que foi encontrada.

 

 

Para isso, foram utilizadas estratégias de marketing de conteúdo como tópicos quentes, ou seja, abordaram temas que os clientes estavam falando no momento; associação com a marca (“Ei, falando em Da Vinci, você já viu o que a Oreo fez?”), além de conteúdo criativo e engraçado.

Um exemplo de e-mail marketing de sucesso é o do BuzzFeed. Para chamar a atenção de seus clientes, a empresa escreve textos curtos e fortes – que se encaixam perfeitamente com o resto dos conteúdos do site. Além disso, utilizam imagens para que o e-mail não tenha apenas textos – o que é uma boa estratégia para que os usuários se interessem pelo conteúdo!

 

 

Já a Uber, para que seus e-mails tenham sucesso, a aposta é a simplicidade. Os assinantes são alertados sobre ofertas e promoções como o exemplo abaixo:

 

 

A brevidade da descrição inicial, combinada com um call-to-action, tornam o e-mail perfeito para assinantes que estão passando pela sua caixa de entrada rapidamente. Para os usuários que desejam saber mais, elas podem ter acesso a uma explicação detalhada (mas, ainda assim, simples) com o passo a passo de como o negócio funciona.

A consistência do design dos e-mails da empresa também se tornou referência. Assim como seu aplicativo, site e fotos de mídia social, seus e-mails são representados por cores brilhantes e padrões geométricos. Todos os seus recursos de comunicação e marketing contam a história da marca – tática utilizada pela empresa para conquistar a lealdade dos clientes.

Conteúdos em vídeo também são muito utilizados no marketing, e já pudemos ver diversos resultados positivos. A Volkswagen, por exemplo, realizou uma ação onde as pessoas acabavam escolhendo a escada normal em vez da escada rolante do metrô, com o objetivo de ligar o tema ao produto:

 

 

Já a Samsung, para divulgar seu novo Galaxy S4, realizou uma campanha onde as pessoas eram desafiadas a olharem para um painel durante 60 minutos, e em troca ganhavam o celular:

 

 

A Starbucks também se tornou referência em marketing de conteúdo nos últimos anos. Com lojas onipresentes, aplicativos móveis amplamente adotados e grandes audiências em redes sociais (36 milhões de fãs no Facebook e 12,6 milhões no Instagram), a empresa começou a dar grandes passos com o seu conteúdo apenas em 2016.

Em setembro do mesmo ano, foi lançado o programa “Upstanders”, primeira série de conteúdo que apresentava vídeos, histórias escritas e podcasts. Cada um dos 10 episódios destacou uma história do país, como o trabalho de um ex-presidiário para quebrar o ciclo de encarceramento, e um grupo de estudantes do ensino médio que impediu a construção de um incinerador nas proximidades. Howard Schultz, presidente e CEO da Starbucks, e Rajiv Chandrasekaran, ex-editor do Washington Post, escreveram e produziram a série.

Em dezembro, a empresa lançou o “1st and Main”, uma série animada que mostra animais falantes que trabalham e frequentam a Starbucks. Foi ideia de um trio de escritores dos Simpsons que trabalhavam no Starbucks todas as manhãs e viam a página de login do Wifi como uma oportunidade perdida de servir conteúdo para um público cativo.

Embora a Starbucks tenha um blog, o 1912 Pike, que oferece receitas e informações sobre fabricação de cerveja e café, a empresa raramente promove o conteúdo nas redes sociais. Em vez disso, os canais sociais da marca estão focados no engajamento do consumidor em torno de bebidas Starbucks populares (#PSL) e produtos (#RedCups) – sem dúvida, em um esforço para impulsionar as vendas.

Campanhas como estas tem como o principal objetivo utilizar o marketing de conteúdo de maneira criativa, divertida e que conquiste a atenção dos consumidores. Desta maneira, os usuários se lembrarão da sua marca na hora de optarem por determinado produto ou serviço.

 

E quais são as principais tendências do Marketing de Conteúdo daqui para frente?

Segundo dados do Blog Neil Patel em 2015, 4% dos profissionais de marketing sentiram que seus esforços não foram nada efetivos e não deram resultados para suas empresas. Já em 2016, esse número caiu para 0%, o que significa que, atualmente, o marketing de conteúdo traz inúmeros benefícios para os profissionais da área.

Para que esse aumento se dê de forma efetiva, alguns pontos devem ser observados. Muito conteúdo é postado e consumido facilmente na internet nos dias de hoje, portanto, para que o seu material seja relevante e impulsione um bom número de conversões, é necessário que a empresa esteja atenta à algumas tendências de marketing de conteúdo, como por exemplo:

1. A Internet das Coisas está diminuindo o conteúdo reproduzido em telas.

Atualmente, os usuários não estão mais limitados a consumir conteúdo sentados na frente de suas máquinas ou celulares. Sendo assim, o conteúdo pode estar em qualquer lugar e precisa ter pouca ou nenhuma barreira de consumo, para que não haja impeditivos e ele entregue a informação que propõe da melhor maneira possível.

É só pensar em como interagimos com a Siri hoje em dia, por exemplo… Nós falamos, e ela prontamente te responde trazendo soluções, e até mesmo entretenimento.

 

2. Crie parcerias de conteúdo

Produzir seu próprio conteúdo é muito vantajoso e trará grandes benefícios se for bem feito. Entretanto, para que se limitar em publicar apenas o que é criação sua?

Publicar conteúdos linkados a outros sites parceiros pode aumentar exponencialmente o seu alcance, pois atrairá outros públicos.

Procure empresas com público-alvo semelhante ao seu, que também saiba conversar com a sua persona e se beneficie de parcerias! O trabalho será dividido, e os benefícios multiplicados.

 

3. Tudo tem um custo

Aproveitar a publicidade do Facebook, divulgação de mídia e influenciadores traz grandes resultados, então esteja preparado para investir.

Esse tipo de publicidade gera um custo para promover seu conteúdo e disseminar pelos mais variados canais e plataformas, então é preciso que o seu negócio esteja disposto a investir em publicidade e ferramentas para ver o retorno.

 

4. Abuse do Machine Learning

Machine Learning é um subconjunto de inteligência artificial, e envolve o uso de algoritmos de computador para obter conhecimento de dados e informações. À medida que mais dados e informações são coletadas, as máquinas aprendem e produzem resultados diferentes com base em uma variedade de fatores, como padrões e tendências.

Para o marketing de conteúdo, estão sendo desenvolvidas ferramentas que ajudam os publishers a criarem o conteúdo mais adequado para públicos-alvo específicos. Quando uma empresa pode publicar conteúdo perfeito e disponibilizá-lo à audiência correta no momento certo, as conversões aumentam naturalmente.

 

5. O Conteúdo é o principal na jornada do consumidor

No Marketing Digital como um todo, não existem muitas estratégias que você pode usar sem o conteúdo, já que é ele que atrai atenção do público e mantém sua fidelidade com a marca. Por isso, ele continua sendo o principal pilar de todo o marketing na hora de produzir estratégias.

O que o seu conteúdo desperta no consumidor é o que levará ele do começo do funil de vendas ao final… Sendo assim, o conteúdo é o grande responsável por converter. Ter conteúdo focado para cada etapa da jornada do consumidor é de suma importância, e não parar depois da conversão também… ou seja, produzir conteúdo para o pós-venda é essencial!

Por isso, a partir de tudo que foi dito e todas as tendências analisadas, o que podemos tirar como principal lição é: produza conteúdo com cuidado, com periodicidade e, principalmente, entenda e converse com o seu público para atender suas necessidades.

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