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A força da Internet das Coisas

O termo Internet das Coisas vêm sendo cada vez mais falado. Mas o que significa e por que está revolucionando a tecnologia?

Você já deve ter visto ou até mesmo utilizado algum objeto que se conecta à internet para realizar alguma função específica, como por exemplo uma smart TV que tem acesso ao Youtube e à Netflix, ou um videogame que é acessado online. Com a Internet das Coisas, a ideia é fazer com que cada vez mais objetos tenham essa conectividade, e assim fiquem mais eficientes na sua própria função.

A “Internet das Coisas”, ou IoT (Internet of Things), pode ser definida como um conjunto de novas tecnologias que pretendem conectar objetos do dia a dia com a internet, e fazer com que eles se comuniquem mutuamente. Diversos eletrodomésticos, meios de transporte, aparelhos de saúde e até mesmo acessórios já podem ser conectados à internet ou outros dispositivos, facilitando a utilização e oferecendo alguns atributos a mais.

Mas como a Internet das Coisas funciona na prática? Já existem alguns exemplos que podemos entender um pouco mais sobre o seu funcionamento, como no caso da parceria da Thyssenkrupp, fabricante de elevadores, com a Microsoft. As duas empresas conseguiram desenvolver um sistema online para monitoramento de elevadores por call centers e técnicos, e tem como objetivo evitar acidentes com manutenções nos elevadores, reduzindo custos e melhorando a estrutura da empresa.

É importante entender que, atualmente, a Internet das coisas é uma realidade em evolução. A velocidade com que é trabalhada varia de acordo com a área de atuação, e os maiores investimentos são nas indústrias de manufatura, transporte e serviços públicos. Essas três já contabilizam uma parcela significativa de implantações de IoT, e a previsão é que os números cresçam até 2020.

 

Fonte: I-Scoop

 

De RFID para a IoT: Quais são suas origens?

Afinal, como a Internet das Coisas começou? Podemos voltar ao final dos anos 90, quando a RFID (Radio-Frequency Identification ou Identificação por radiofrequência) foi criada. O método de RFID, de identificação automática através de sinais de rádio foi uma das bases para a criação da IoT.

Tecnologias como radiofrequência, sensores e inovações sem fio levaram a aplicações na conexão de dispositivos e a partir desses dispositivos, surgiu a Internet das Coisas. O termo foi cunhado em 1999 por Kevin Ashton, co-fundador do Centro de Auto-ID do MIT e desde então vêm se aperfeiçoando e criando novas possibilidades.

 

As “coisas” da Internet das Coisas

A IoT pode ser considerada um conjunto de tecnologias, que necessita de diversos fatores combinados para ser aplicada corretamente. Unindo todos eles, é possível determinar o seu conceito.

– Dispositivos: São objetos físicos que vão desde geladeiras, elevadores, e carros até objetos menores como tênis, termostatos e relógios. Quando equipados com itens como chips e sensores, serão conectado à internet.

– Comunicação: As redes de comunicação como Wi-Fi, Bluetooth e NFC já são utilizadas na Internet das Coisas, e ainda passarão por otimizações em sua velocidade e aplicação.

– Sistemas de controle: Além de um dispositivo que conecte à internet, é necessário um local onde os dados possam ser processados e monitorados com segurança, e este serviço pode variar de acordo com a aplicação. O sistema M2M (Machine-to-Machine), por exemplo, é um mecanismo de comunicação que verifica a qualidade do que está sendo produzido em uma empresa.

Considerar todos esses fatores é um trabalho que ainda está acontecendo, e tende a crescer ainda mais nos próximos anos. Com o aumento de aparelhos conectados, a Internet das Coisas vem tomando força e dominando diversas áreas de tecnologia.

 

Fonte: I-Scoop

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