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As principais notícias da semana (21/01)

Confira as principais notícias da semana (14/01 a 21/01) no mercado de mídia e marketing digital

Acompanhe aqui no blog, toda semana, nosso resumo com as principais notícias dos últimos dias e algumas recomendações da Reamp!

 

O poder da Inteligência Artificial: Google anuncia investimento de US$ 25 milhões na tecnologia

Não é novidade que, hoje, a Inteligência Artificial é uma tecnologia que tem se desenvolvido e, cada dia mais, faz parte do dia a dia de muitas pessoas. Pensando nisso, grandes empresas estão desenvolvendo projetos para solucionar problemas que, até então, não podiam ser resolvidos sem a ajuda de máquinas.  De acordo com pesquisa realizada pela empresa McKinsey, o poder da IA e toda a sua capacidade podem melhorar todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

E foi exatamente por isso que o Google anunciou, na última semana, mais uma edição do Desafio de Impacto em IA, programa que investirá US$ 25 milhões nas melhores soluções para as mais diversas áreas, como ciência ambiental, saúde e conservação de espécies.

O desafio tem como objetivo encontrar organizações sem fins lucrativos, empreendedores sociais e pesquisadores que utilizem a Inteligência Artificial para questões sociais, e que consigam oferecer ideias e desenvolver projetos ligados a áreas como pobreza, oportunidade econômica, educação, resposta a crises, meio ambiente, entre outras.

Os projetos, que serão avaliados por especialistas de diversos países, passará por critérios como: o impacto da tecnologia, a possibilidade de aplicação, o quanto ela consegue ser utilizada em outros grandes projetos e empreendimentos e se a proposta segue os princípios do Google a respeito de IA. Serão oferecidas ferramentas gratuitas pela nuvem para os participantes, além dos ganhadores serem anunciados no Google I/O. As inscrições acontecem até 22 de janeiro, pelo site do Google.org, área filantropa da empresa que está realizando a ação.

Na Reamp somos suspeitos para falar de tecnologia. Está no nosso DNA e acreditamos muito na utilização dela para promover mudança de mundo em todos os aspectos. Que venham os investimentos na área!

Confira as matérias completas nos portais Proxxima e Propmark.

 

Marcas e diversidade na era digital

Cada vez mais vemos a evolução das mídias sociais no Brasil e, junto com elas, a maior possibilidade de comunicação das marcas com os seus clientes. Por isso, é essencial que as empresas saibam conversar com o seu público-alvo e transmitam a mensagem que desejam da melhor maneira possível – já que, caso esse trabalho não seja feito, é bem provável que as marcas sejam deixadas para trás em um ambiente tão competitivo que é a internet. E é diante desse cenário que vemos, também, uma população cada vez mais engajada em assuntos como diversidade e inclusão.

De acordo com pesquisa realizada pela Samsung Brasil em parceria com a Bridge Research com homens e mulheres de 18 a 60 anos e divulgada na última semana, 85% das pessoas acreditam na importância das marcas abordarem a diversidade em sua comunicação, e para 73% dos respondentes, é um tema que ainda deve ser evoluído dentro das empresas. Além disso, a diversidade de raças na comunicação é o principal tema lembrado por 89% dos consumidores, seguido por iniciativas de comunicação para surdos e cegos (81%) e comunicação sobre igualdade de gênero e empoderamento feminino (56%). Para saber mais detalhes, confira a matéria completa no Propmark.

E é também em meio a esse cenário que grupos de influenciadores digitais negros têm se unido em prol de causas como a diversidade. Um exemplo retratado pelo Meio&Mensagem na última semana foi o Influência Negra, movimento do Instagram de criadores de conteúdo questionam marcas pela ausência de outros influenciadores negros em campanhas. “As empresas e agências que não entrarem nesse momento vão perder o mercado”, afirmou Ana Paula Xogani, influenciadora e uma das fundadoras do projeto para o portal.

Diversas respostas positivas já foram conquistadas, fazendo com que agências e empresas pensem em campanhas criadas com diversidade racial. A J. Walter Thompson Brasil, por exemplo, notou que das 50 maiores agências de publicidade, menos de 0,7% das cadeias de liderança são ocupadas por negras e negros, e por isso anunciou o programa 20/20 – que pretende ter, até 2020, 20% do quadro de funcionários em áreas estratégicas com pessoas negras.

 

A força da liderança feminina nas empresas o seu impacto no marketing

Não podemos mais negar que, hoje, o mundo mudou em relação à discussão de diversos temas, como a igualdade entre os gêneros e a importância da representatividade no mercado de trabalho. Por isso, tornou-se fundamental que as empresas soubessem se adaptar à essas mudanças e, graças à maior diversidade de gênero dentro das empresas, cada vez mais as campanhas também estão sendo impactadas.

Como mostrado na última semana pelo Meio&Mensagem, muitas redefinições do conceito de masculinidade estão sendo realizadas em campanhas de grandes marcas, como a Gilette – que fez uma releitura da própria abordagem realizada pela empresa nos últimos 30 anos, mostrando cenas de bullying e machismo para questionar esses pontos na sociedade. Para saber mais campanhas e marcas que estão realizando esse trabalho, confira o post completo no portal!

Além disso, foi divulgado pela Bloomberg na última quinta-feira (17/01) o Gender-Equality Index 2019 (GEI), relatório mundial das empresas mais comprometidas com a transparência nos relatórios de gênero e o avanço da igualdade das mulheres. O reconhecimento do GEI representa o compromisso mais amplo das empresas com a diversidade e a inclusão no local de trabalho, e conta com 230 companhias citadas – como Itaú Unibanco, WPP, Avon, Nestle e Unilever, por exemplo.

No total, todas as empresas juntas contam com uma capitalização de mercado de US$ 9 trilhões e mais de 15 milhões de funcionários ao redor do mundo, sendo 7 milhões de mulheres. De acordo com o relatório, que teve mais dados detalhados pelo Propmark, essas mulheres representam 43% das novas contratações e ocupam 35% dos cargos de gerência, 26% de gerência sênior, 7% de CEOs e 26% de diretoria corporativa. Esse crescimento de liderança feminina impacta na publicidade das empresas, já que, hoje, 68% delas afirmam avaliar se existe preconceito de gênero nas suas campanhas antes que elas sejam divulgadas.

Mudar a realidade e avançar em relação ao tema requer uma alteração de mindset dentro das agências e empresas em pequenas atitudes do dia a dia e grandes campanhas.

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